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Brasil caminha para 150 blocos offshore sob operação


Na próxima semana o governo brasileiro leiloará 4 novas áreas do polígono do pré-sal, durante a 5ª rodada de licitações da ANP: Saturno, Titã, Pau-Brasil e Sudoeste de Tartaruga Verde. Se todas elas forem arrematadas, o Brasil chegará a 146 blocos marítimos sob concessão ou adquiridos pelo modelo de partilha da produção. Os 142 ativos hoje sob operação estão localizados em 14 bacias, sendo 24 em Campos. A grande maioria dos blocos no offshore brasileiro está localizada em águas profundas ou ultraprofundas: são 131 no total. Os demais estão em águas rasas, sendo 9 em lâminas d’água entre 100 m e 400 m e 2 entre 0 m e 100 m. A Petrobras é a operadora praticamente de 50% dos blocos marítimos no país, respondendo por 66 ativos, sendo que apenas um deles, em Sergipe está em águas rasas. A Shell aparece com 15 blocos operados, um deles em águas rasas. Logo depois estão a ExxonMobil (14), Equinor (7), Total (6) e BP, com áreas somente em águas profundas ou ultraprofundas. As demais operadoras de ativos offshore são a Chariot (4), Wintershall (4), QGEP (3), Repsol (3) Anadarko (2), Brasoil (2), Chevron (2) Ecopetrol (2), Niko Brasil (2), Premier Oil (2), CNOOC (1), Karoon (1) e Ouro Preto O&G (1).

Texto Mario Ortiz (Linkedin)