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PETRONAS LANÇA O (FLNG) Flutuante de Gás Natural Liquefeito - Uma Maravilha Tecnológica



FLUTUANTE DE GÁS NATURAL LIQUEFEITO (FLNG)

Um novo projeto revolucionário. Uma mega estrutura de proporções não convencionais. Uma maravilha tecnológica que vai mudar a paisagem da produção de gás natural liquefeito para sempre.

Uma nova era começa. Uma que vai mudar a indústria de petróleo e gás para sempre. À medida que os pioneiros desta tecnologia para processar centenas de gás natural a quilômetros de distância no mar, em breve seremos capazes de explorar os campos de gás ociosos antes consideradas economicamente inviáveis ​​para explorar.

PETRONAS Floating Gás Natural Liquefeito (PFLNG) é um gás natural liquefeito (GNL) instalação de custom-built como um vaso para liquefazer, produzir, armazenar e descarregar LNG. Ele vai ser um papel significativo nos esforços Petronas para desbloquear as reservas de gás em campos remotos e ociosos da Malásia considerado antieconômico para desenvolver e evacuar.

A primeira unidade flutuante de liquefação de gás natural (FLNG) do mundo a entrar em operação, batizada de SATU, recebeu nesta semana sua primeira carga de gás em fase de testes, do campo de Kanowit, na Malásia. A etapa marcou o início do comissionamento da unidade, de acordo com a Petronas, estatal do país do Sudeste Asiático.
Projetado para operar por pelo menos 20 anos, o FLNG tem capacidade para processar 1,2 milhão de t/ano de GNL. A ideia é que a SATU tenha flexibilidade para mudar de posição e buscar o melhor acesso aos campos marginais de gás natural da Malásia – a plataforma opera em lâmina d´água de até 200 metros.
A construção e a instalação do FLNG levaram pouco mais de três anos. A plataforma, com 22 módulos no topside, utiliza um sistema de risers flexíveis para conexão com poços.

No Brasil não há nenhum projeto firme de liquefação offshore em curso, por mais que a alternativa seja estudada em alguns casos.
Atualmente, os principais sistemas produtores de gás são ou serão atendidos por gasodutos, incluindo os campos operados pela Petrobras no pré-sal da Bacia de Santos, que, por sinal, injetam
grandes volumes de gás como estratégia de recuperação secundária de óleo.
Tipicamente, um FLNG justifica-se para um grande projeto produtor de gás ou, como no caso da Malásia, pela flexibilidade de produzir em diferentes campos. No Brasil, há projetos isolados, como Pão de Açúcar e Carcará, operados pela Statoil, que tem gás associado mas, até o momento, o foco
é delimitar e produzir a partir de reservatórios de óleo.